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Sunday, August 16, 2009

Enfim Erechim

Enfim

Enfim Erechim
Cidade de tantos encantos
Barrancos, nem tantos assim
Coesa, proeza, maroteza
Arquitetônica, marfim, Eu vi.
Escondo-me por detrás dos teus sonhos
Carmim. Senti.


Meto meu bedelho, pentelho
Na vida do Coelho e desejo resposta, assim.
Vivi. Pouco me interesso sim
Se o Zé do Uruguai tem filho,
Filha, amantes, enfim. Ouvi.

Ah, daí surge o outro que vai à
Suíssa para uma reunião.
Não fez mais que a obrigação.
Para o Bem da Nação? Sonhei.

Pobre enfermo. 
Quando tu apareces,
Proves do fel. Digas que não és um
Homocida, trucida, torcida, lúcida e
Publica tua vida para ser varrida
Por olhos comida e repartida
Enfim, Erechim, bem assim
Ufa!

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