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Friday, November 6, 2009

On Prejudice and its Malignant Effects

Prejudice and how to get rid of it. We can’t. It is ingrained.

We, educated human beings at least, conceal what we feel under a veneer of civilization. We do not let it flow. When discussion starts, we recoil, voice inwards, to just listen. When we see on TV attacks on gender, race, religions and other stuff, we feel a pang. Prejudice is hard to uproot. Bad.

Fortunately, we cannot turn the world into a blond, blue-eyed, utopian society, heterosexual to the power of 10 and with beliefs that gravitate towards the installed monolithic blocks we know in our half of the world. However, we notice changes happening in local supermarkets, credit card companies, hotels that have started to see the “other” as a consumer.

It was about time.


Preconceito

Preconceito e como nos livrarmos dele. Não podemos. Já está enraizado.

Nós, seres humanos educados pelo menos, mantemos o que sentimos sobre isto ou aquilo embaixo de uma camada bem grossa de verniz civilizatório. Não deixamos fluir. Quando a discussão começa, diminuímos a voz, nos encolhemos e ouvimos.

Ao vermos na TV inegáveis afrontas ao gênero, raça, religião, sentimos uma pancada. Preconceito é difícil. É ruim. Infelizmente, não conseguimos transformar o mundo em uma sociedade utópica, loura de olhos azuis (ariana?) heterossexual na potencia 10 e com crenças que gravitam a este ou aquele bloco religioso monolítico já instalado(s) no Ocidente.

Fico feliz, contudo, que algumas redes de supermercado, companhias de cartão de crédito, hotéis, já veem o “outro” como consumidor. Ainda bem.

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